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Seis estados escolhem o governador no 2º turno, em 25 de outubro. Em três deles, o primeiro colocado ficou a menos de meio ponto da vitória no dia 4. A projeção da Opinião aponta quatro favoritos claros e duas disputas indefinidas: no Rio Grande do Norte e no Tocantins, as pesquisas discordam até sobre quem está na frente.

O mapa dos seis 2os turnos

UFCandidatos1º turnoMédia das pesquisasProbabilidade
ACMailza Assis (PP)
Alan Rick (Republicanos)
49,8%
32,3%
63,9%
36,1%
99%
1%
DFCelina Leão (PP)
Leandro Grass (PT)
49,9%
34,5%
60,7%
39,3%
99%
1%
AMOmar Aziz (PSD)
Maria do Carmo (PL)
40,6%
24,5%
57,0%
43,0%
94%
6%
ESLorenzo Pazolini (Republicanos)
Ricardo Ferraço (MDB)
49,6%
34,1%
55,3%
44,7%
88%
12%
RNAllyson (União)
Cadu de Lula (PT)
36,9%
36,2%
51,4%
48,6%
60%
40%
TOProfessora Dorinha (União)
Vicentinho Júnior (PSDB)
45,5%
43,9%
48,7%
51,3%
40%
60%

Votos válidos. Média das pesquisas de 2º turno pela régua da Opinião. Probabilidade: estimativa da Opinião.

Rio Grande do Norte: as pesquisas discordam até sobre quem lidera

Com as cinco pesquisas, Allyson (União) tem 51,4% dos votos válidos e probabilidade de 60%. Mas Seta e Data Capital, que no 1º turno deram a ele de 9 a 13 pontos a mais do que a urna, são as que hoje mostram a maior vantagem. Sem as duas, a média cai para 49,4%, e Cadu de Lula (PT) passa a favorito, com 54%. As duas pesquisas mais recentes, Affare/PNH e DataVero, põem Cadu numericamente à frente.

Tocantins: o líder do 1º turno aparece atrás

Professora Dorinha (União) terminou o 1º turno com 1,6 ponto de vantagem, mas a Quaest (10 a 13/10) mostra Vicentinho Júnior (PSDB) na frente, e Laurez Moreira (PSD), terceiro com 8,2%, declarou apoio a ele. A estimativa da Opinião dá 60% a Vicentinho. A pesquisa do Instituto Seta foi suspensa pelo TRE-TO e não entra na conta.

Onde as pesquisas se afastaram da urna no 1º turno

No Acre, a Quaest deu a Mailza quase 9 pontos a menos do que a urna. No Espírito Santo, deu a Pazolini 4,7 pontos a menos e a Ferraço 6,9 a mais. Se o padrão se repetir, a vantagem dos dois favoritos é maior do que a Quaest mostra hoje. No Amazonas e no Tocantins, a Quaest ficou a menos de 3 pontos da urna.

Estimativas, não fatos

A estimativa da Opinião não é resultado de pesquisa. A incerteza usada nos estados é de 4 pontos, mais que o dobro da presidencial, porque as amostras são menores e no 1º turno houve distâncias de até 13 pontos entre pesquisa e urna. Nenhuma pesquisa é corrigida pelo desvio do 1º turno.

O documento completo traz todas as pesquisas de cada estado, a comparação de cada instituto com a urna, os apoios dos candidatos eliminados e as premissas da projeção.

Fontes e elaboração

TSE: resultado oficial do 1º turno de 04/10/2026 para governador e cadastro de candidaturas. Pesquisas de 2º turno registradas no TSE em AC, AM, DF, ES, RN e TO, divulgadas até 16/10/2026, conforme a imprensa; quando o instituto não publicou os votos válidos, a Opinião os calculou a partir dos totais. A pesquisa Seta TO-00439/2026 foi suspensa pelo TRE-TO e não entra. Calibração: última pesquisa de 1º turno de cada instituto e resultado do TSE. Apoios: imprensa local de 5 a 15/10/2026. Probabilidades são estimativas da Opinião. Elaboração: Opinião Inteligência Política, 16/10/2026.

Responsável pelo estudo: Alexandre Garcia · Opinião Inteligência Política.